Pobres campónios que nada podem ver
E que julgam os outros por aquilo são
Aquilo que pensam é o que tem que ser
Está tudo limitado à sua estreita visão.
Passam a vida a espreitar a cada esquina
Onde arranjarão tempo para tanto espiolhar?!
Depois, o que o campónio imagina
Com toda a satisfação vai propagandear.
“UM BOM JULGADOR POR SI SE JULGA”!


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